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27 de jun de 2011

FORMIGA OU PLANTA








Tive que comprar iscas granuladas para formigas.Não,não faço por prazer mas sim por necessidade.Entre as plantas e as formigas que cortam plantas eu prefiro as plantas, com toda certeza!!!
No lado esquerdo da imagem a tuia holandesa-a vítima.No cantinho direito a casa das agressoras-as formigas.Nada mal!Um supermercado perto de casa.










Na noite passada matei _segundo meus cálculos- um milhão de formigas.Estavam fazendo a maior festa na minha tuia holandesa, dava pra sentir o cheiro de limão no ar.
UMA ESCOLHA:FORMIGAS OU PLANTAS.
Depois que assisti a esse vídeo me desmanchei todinha...








e trem baõ










.. as visitas que recebemos em casa são as mais inesperadas!!

Um passarinho veio visitar-me. Visitar-me, não...! Ele estava aflito, espreitou pela janela, e... como viu a minha casa de banho banheiro decidiu entrar para fazer as suas necessidades.



E vocês? O que vos entra pela casa dentro?MINHA MEMÓRIA E SUAS CAIPIRICES.



Não, não tem jeito!Vira e mexe eu me pego caipira, não o corpo, mas a alma.
Nas lembranças estão um detalhe aqui outro ali e fazendo como uma colcha de retalhos,revela uma infância caipira.
Fogão á lenha, aquela fumaça saindo da chaminé.Torresmo com mandioca frita e angu.tramelas nas janelas, forrinhos nos armários, pães e biscoitos de polvilho nas latas.Galinhas soltas no quintal,comiam milho, minhocas e Deus sabe lá mais o que,ovos de gemas loucamente amarelas.
O João-de-barro para mim é o pássaro mais caipira que existe,uma farra lá longe,até o som fica na memória.Eu não sei bem se era somente pelo barulho que eles faziam, mas me lembram casas feitas de barro...
Lembro-me de uma casa feita de barro lá na beira da estrada, a mesma visão na chegada e na partida,essa imagem grudou na minha memória feito tatuagem.
Melão de minas nas cercas e suas lindas florzinhas amarelas...










Em todas as casa haviam bule com uma galinha feita de croché no bico,colchas de retalhos nas camas,imagens divinas nas paredes e o Divino então?Lindo!




E o cheiro de café?E o cheiro das frutas no quintal?Mixirica tinha cheiro de mixirica e não esse cheiro mixuruca das que eu compro hoje.E o cheiro de estrume?(Até isso é bom lembrar!)Por falar em cheiros...


Em dias que choviam tinham cheiro de terra molhada, cheiro de natureza molhada.
Eu nem sabia o significado daquilo tudo.Hoje sei e tento trazer pra perto um bocado do que vivi:A SIMPLICIDADE.
Dasveis me pego falando em toco, não tronco,não é bestagem minha.É o passado que ainda não se escangaio de tudo,vou ao fundo me alembrar do tempo bão, o passado.Ficou na minha memória e isso não me estórva postar aqui.
Férias da escola = Casa da vovó, deu nisso!


26 de jun de 2011

Nosso domingo com vizitas



Orelha-de-padre é hora de colher. Lab-lab ou feijão mangalô do quintal








Orelhas-de-padre em vários estágios, couve, pimenta, cará-moela, manjericão







Para quem está chegando agora e não tem ideia de que orelhas são estas,







Já está virando tradição chegar esta época do ano e vir aqui  para colher orelha-de-padre que forra a cerca. É quando se podem encontrar vagens em vários estágios: verdes para comer como ervilha-torta, maduras com feijões graúdos e macios como favas, e secas com os feijões já duros, bons para guardar ou cozinhar como feijões. Eu acho ótimo porque a produção é grande e eu não dou conta nem de colher nem de comer tudo. A gente brinca que é trabalho de "a meia" como dizem na roça. Ele colhe muito, eu fico com um pouco e está tudo certo. E ainda acaba levando cará-moela, couve, pimenta, manjericão etc. Um trabalhão sem fim. Até Eliana entrou na dança ajudando a separar as vagens por categoria. Só paramos para o almoço que teve refogado de vagens verdinhas e planas, que roubei da colheita dele, acompanhando arroz, fritada, repolho com camarão seco e um pão que tinha acabado de fazer. Julgamos justo abrir uma lata de cerveja para o almoço ficar mais divertido. E esta foi o domingo por aqui que encerrou com um lindo por do sol





Orelha de padre refogada: refoga alho picado no azeite, junta um pouco de
água e sal, deixa ferver e coloca as vagens de orelha-de-padre, planas,
limpas, sem fios. Junta uns tomatinhos do quintal picados, espera amaciar as
vagens, tempera com pimenta-do-reino e salsinha





Maçãs para uma sobremesa rápida


. Enquanto almoçávamos, aproveitei a brasa que assou o peixe para amaciar umas maçãs. Poderiam ser bananas na casca. Almoçamos e voltamos rapidamente ao trabalho. O ricardo estava nol lidando com podas, que invariavelmente me obriga a estar por perto para fazer o controle e minimizar perdas (inevitáveis). É a escada que prensa na parede o galho de tomatinho, é a poda de um ramo que parece ser terminal mas é a matriz de vários outros, é um pisão aqui, outro acolá etc. Então, como sou apegada às coisas, fico ali só palpitando e colhendo o que seria perdido - de vagens de orelha-de-padre a tomatinhos verdes e maduros. Enquanto isso, comemos rusticamente as maçãzinhas feitas na brasa - num primeiro momento, com as cascas diretamente sobre a grelha e depois, viradas, sobre pedacinhos de folhas de bananeira que sobraram do peixe. Aí foi só espalhar por cima mel branco de Cambará do Sul, que ganhei da amiga Giovana Tucci, e polvilhar um pouco de canela. Pausa no trabalho para apreciar aquele creme que se fez sem intromissão - só tempo e calor. E, comer maçãs macias de colher ao ar livre meio gelado de quase inverno cheirando a lenha queimada com o ser amado, é tão bom que já podemos voltar às obrigações






A NOSSA JANTA
Fomos dormir cedo,


. De resto, foi subir e descer muito o pasto íngreme (minha casa fica bem no alto e a da minha mãe, no vale), às vezes no escuro atropelando vacas deitadas.





Por isto escrevo todo dia. Se paro, não quero mais voltar, perco o costume, fico a me perguntar pra que serve isto tudo. Dá um desânimo e uma preguiça desgramada, ainda mais quando volto daroça pra minha casa , onde viver parece tão mais simples. Depois, mesmo sem respostas, tudo passa.


Havia alguns anos que não passava o Natal e também o Ano Novo em sem ir pra praia hoje e´, em família, e de jeito tão calmo. Ninguém estava estressado, as comidas foram as de sempre, quase todas criadas, cultivadas e colhidas no próprio sítio ou na região e todos os dias foram festivos.


E o que não faltou mesmo foi assunto para o dia inteirinho, com todo mundo falando ao mesmo tempo ao redor do fogão, principalmente quando estão juntas as quatro irmãsminha irma gemea que veio da alemanha com o marido o resto e daqui mesmo 1 mora com nois e outra en bh. As prosas foram sobre a melhor conserva de pimenta (sempre se gasta algum tempo antes das refeições para se falar de pimentas, isto é comum?); sobre as abelhas arapuás que devoraram as minhas lichias que neste ano amadureceram antes do tempo; da galinha que está criando 18 pintinhos; do bezerrinho que não quer desmamar; do ninho com sabiazinhos perto da janela; do torrador de café que trabalha sozinho; das artes da nova cachorrinho pubbil; do excesso de berinjelas na horta; do pé de tomate de árvore que caiu com os ventos; do gato do mato que come as criações; do pato que quer comer a galinha ou dos perus que foram embora.


Aliás, achei que comeria peru, embora prefira frangos e angolas, mas minha mãe achou mais vantajoso vendê-los, o que não foi uma má ideia. hoje , jantamos cedo, com brinde e tudo,tudo uma delicia a comida de roça da minha mãe, excelente como sempre. Ah, sim, fiz lentilhas




Se tenho visitas, cozinho em casa. Se não, mal acabo de tomar café e alguém lá embaixo já grita que o almoço está pronto. Alguns passos e tropeços morro abaixo, a visão da fumaça na chaminé e a imagem do repertório provável de comida fresca e cheirosa para o dia (minha mãe não fica inventando, em compensação os pratos que faz foram aperfeiçoados ao extremo com a repetição), fazem o apetite reaparecer rapidinho. E foi assim, lá fiquei internada só saindo um dia pra comer lichia no pé num sítio próximo e comprar arroz cateto direto da máquina,




Chuchu refogadoda mae não pode cozinhar demais para não perder a cor. E com ovo, para o cunhado







O mangarito ainda não deu batatinhas, mas as folhas macias podem ser preparadas como as de taioba.



Fomos comprar arroz cateto para fazer com suã.






Desta vez meu pai fez o doce de mamão verde com rapadura (receita a partir da garapa temperado com canela e gengibre. Abelhas e abelhinhas, atacar!






Salada de catalonha com suas lindas flores azuis.







Um mar de pimentinhas cumaris voltadas para o céu.









Três espécies no mesmo espaço: moranga, jiló e berinjela.tudo conhido








Em menos de 20 minutos o jiló da horta virou um refogado com ovo.






A costela de porco veio do açougue.








O amarradinho de feijão paquinho veio do sítio vizinho, pra semente. nosso vizinho mandou






O milharal tem rendido: pamonha, cural, bolo e mingau salgado pra comer com frango caipira e quiabo (o melhor é feito assim, com o milho verde ralado para que apenas a parte mais molinha da pele dos grãos passe pelos furos do ralador, dando aspecto granulado). E pimenta, muita pimenta!








Abóboras ricardo conheu as de pescoço e morangas: sorte que elas duram meses vao pra despensa
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25 de jun de 2011

hoje tem bazar e bolo



Um bolo pra chamar de seu








No sabado fizemos, minha irmã e eu, um bazar de sacolas de pano aqui em casa, com bolo e chá. E, para deixar o trabalho adiantado caso faltasse bolo, pré-aprontei, numa linha de produção, várias misturas secas para um bolo de fubá. Na hora da correria era só pedir pra qualquer ser, mesmo o mais inapto na cozinha: vá lá e prepare um bolo. Não tem erro, é só juntar tudo com óleo, leite e ovos e misturar bem. Sem muita sujeira, sem muitos itens pra pegar. O resultado não chega a ser aquela fofura dos bolos feitos com manteigas aeradas e claras em neve, mas fica bem gostoso macio. Uma relação custo/benefício bem favorável.





Todo mundo tem aquela receita de bolo que dá super certo, seja integral, de chocolate, de aveia. É só juntar todos os ingredientes secos e guardar em saquinhos de plástico ou de papel bem fechados, por até 1 mês (ou limitando-se pelo prazo de validade dos ingredientes). Na hora de preparar, basta adicionar o líquido, ovo e gordura e misturar. No dia-a-dia facilita a vida. Um lanche, uma visita inesperada, uma base para as bananas que amadurecem na fruteira – para tudo isto valem estas misturas. E, no preço, é claro, nem precisa comparar com as caixinhas de supermercado (sem falar dos aditivos).

Na hora de preparar, colher, mixer, batedor de arame, batedeira - qualquer coisa que deixe a massa lisinha.

Se não tiver sua própria receita, aqui dou a minha, bem comunzinha, de um caderno de família:





Bolo de fubá





Juntei em cada saquinho: 1 xícara de fubá amarelo, 1 xícara de farinha, 1 xícara de açúcar, 1 colher (café) de sal e ½ colher (sopa) de fermento (usei medida padronizada com volume de 240 ml).
Na hora de preparar: coloque numa tigela 2 ovos inteiros, ½ xícara de óleo e 1 xícara de leite. Mexa bem e junte a mistura do saquinho (se achar que precisa, peneire). Bata com colher de pau, mixer, batedor de arame ou batedeira, até a massa ficar homogênea. Se quiser, junte 1 colher (chá) de grãos de erva-doce. Coloque numa forma pequena de buraco no meio e leve para assar em forno médio por cerca de meia hora ou até crescer e dourar (um pouquinho de queijo ralado polvilhado por cima vai bem).


Obs.: se não pretende usar mixer, já pode deixar as sementinhas de erva-doce na mistura.


Esta massa é densa, então pode receber pedacinhos de queijo e/ou de goiabada - na hora de fazer.





Rende: 20 pedaços








Este poderia ter sido assado um pouco menos.


Trinta e duas bananas. Ou bolo de banana do sítio





Aproveitei o mel de jataí que ganhei dos amigos Rui e Mariângela e reguei o pedaço de bolo - redondo aqui por força de um cortador de biscoito (sobre cerâmica também do Rui Gassen).


O chato é que elas não são programáveis. Quando resolvem amadurecer, são todas de uma só vez. Em câmaras de climatização as bananas do comércio são expostas ao gás etileno para apressar o amadurecimento. Mas, deixadas seguindo o rumo natural, as bananas liberam muito etileno especialmente durante o verão, quando já estão no ponto e foram colhidas, e amadurecem rapidamente.



Meus pais trouxeram uns três cachos destas bananinhas pequenas, feiinhas e super doces. E a maioria sobrou pra mim. Um doce feito com elas, bem apurado, é gostoso, a jacq minha filha adora e sempre ganha da avó um vidro, que chega com um quê defumado do fogão de lenha. Mas acho um bolo mais útil, porque congelo em pedaços grandes que descongelam bem e rápido e vou tirando aos poucos ou quando chega uma visita inesperada. Agora mesmo ofereci com mel de jataí e cafezinho pra minha irmã que esteve aqui.


Fiz uma massa simples de bolo branco e espalhei numa forma bem grande para que por cima conseguisse colocar o máximo de banana possível e que no final a proporção de banana fose maior que a de massa. Mas, se quiser, você pode inverter isto variando o tamanho da forma e a quantidade de fruta. Consegui enfileirar bem ajustadas trinta e duas bananas pequenas, maduras mas não molengas. Joguei por cima uma farofa de cuca que ajudou a absorver a umidade da banana e ummmmmmm








Bolo de banana



5 ovos


2 xícaras de açúcar


3 xícaras de farinha de trigo


1 xícara de leite aquecido com 100 g de manteiga


1 colher (sopa) de fermento em pó


32 bananas nanicas pequenas ou quanto couber na sua forma


Para a farofa


1 xícara de farinha de trigo


1 xícara de açúcar


100 g de manteiga


1 colher (sopa) de canela em pó


Raspinhas de um limão rosa



Na batedeira, bata os ovos até ficarem homogêneos. Junte o açúcar aos poucos e bata até formar uma espuma bem fofa e volumosa. Junte alternadamente o leite com a manteiga derretida e a farinha com o fermento. Despeje numa assadeira grande untada e enfarinhada. Ajeite por cima as bananas inteiras e cubra com uma farofa feita com a farinha, açúcar, manteiga e canela (é só misturar tudo com um garfo). Espalhe por cima casquinha de limão. Asse em forno médio por cerca de 1 hora ou até dourar.bom apetite




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Rende: 40 pedaços

Brotos e receitas

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Brotos de lentilha no arroz



Iventei de fazer aqueles brotos para postar aqui sem pensar nas consequências - ter que criar receitas para eles. Como os dias tem sido corridos por aqui sem tempo para pensar em algo mais elaborado, tenho enfiado broto em tudo quanto é prato. Já foram para o recheio de torta, para sopa, salada, pão (os de trigo, que bati junto com a água que usaria) e no arroz - se for arroz branco, é só juntar os brotos com o arroz na hora de refogar. Se for um broto mais macio, deixe para juntar quanto o arroz já está quase secando. No caso do arroz integral, pode fazer um refogadinho com manteiga e cebola e juntar quando o arroz já está pronto. O meu fiz assim:

Arroz com brotos de lentilha: refoguei em 1 colher (sopa) de manteiga um dente de alho picado, juntei 1 xícara de arroz branco de Carlópolis e 1 xícara de brotos de lentilha. Refoguei mexendo por 1 minuto, acrescentei 1 colher (chá) de sal e 2 xícaras de água fervente. Quanto tudo começou a ferver, abaixei o fogo no mínimo e deixei cozinhar até a água secar. À parte, fritei até dourar umas rodelas de cebola em azeite, joguei por cima do arroz e nhac com frango caipira 

sem trigo 20: Nhoque de sêmola (de milho) com molho de gorgonzola


Tudo bem, você vai dizer que estes não são os verdadeiros gnocchi alla romana ou qualquer outro tipo de gnocchi di semolino e que o molho é só um mingauzinho. É verdade, só quis imitar e garanto que o arremedo não se saiu mal. Tentei usar só o fubá branco, mas ficou sem-graça. Em outro teste, acrescentei uma parte de sêmola de milho (com grãos do tamanho daqueles da semolina de trigo, mais grosso que um fubá) que confere uma textura mais interessante, mais granulosa, menos gelatinosa. A proporção pode ser até aumentada, mas quis usar mais do fubá branco porque tem o sabor de milho mais discreto. Sem contar que a combinação dos dois chega à cor da semolina de trigo, afinal isto é uma imitação.  Reduzi ainda as calorias, eliminando a manteiga e as gemas (se quiser, fique à vontade, mas são dispensáveis). No entanto, mantive o queijo parmesão que ralei grosso. 




Outra coisa que fiz por conta própria foi colocar a polenta em potinhos de sorvete. Assim, não precisaria cortar a massa com cortador, evitando desperdícios. 


Assim que esfria, a massa fica firme como gelatina e pode ser desenformada e cortada facilmente.  Aí é só cobrir com o molho de sua preferência, espalhar por cima queijo ralado e levar ao forno bem quente para gratinar.  Fiz uma imitação barata de bechamel, afinal tinha que ser sem trigo.  Então, à receita: 


Nhoque de milho com molho de gorgonzola 


Leve ao fogo uma panela grande com 1 litro de água e 1 colher (chá) de sal. À parte, misture 1 xícara e meia de fubá branco com meia xícara de sêmola de milho e dilua tudo em 1 litro de leite. Quando a água ferver, junte esta mistura e mexa bem. Continue mexendo até engrossar. Abaixe o fogo, feche a panela e deixe cozinhar por 50 minutos ou até a polenta começar a se soltar da massa que grudou no fundo (não precisa mexer durante este tempo). Junte à polenta 100 g de queijo parmesão ralado e meia colher (café) de noz moscada ralada na hora. Mexa bem, prove o sal e corrija, se necessário. Despeje a massa ainda quente em cilindros improvisados (forminhas de sorvete, garrafa de água ou refrigerante bem fina etc).   Deixe na geladeira até o outro dia. Desenforme na hora de montar o prato. Se não se soltar facilmente, ajude com uma lâmina fina.  Corte em rodelas, arrume-as sobre um prato refratário, cubra com molho de gorgonzola (ou um molho de tomate, por exemplo) e polvilhe parmesão ralado a gosto. 


Molho de gorgonzola 
Numa panela aqueça 25 g de manteiga com 1 colher (sopa) de cebola ralada. Quando a cebola começar a dourar, junte 2 xícaras de leite. À parte, dissolva 2 colheres (sopa) rasas de maisena em 1 xícara de leite. Assim que o leite da panela ferver, junte o leite com o amido e vá mexendo até engrossar. Tempere com pimenta-do-reino branca e noz moscada moídas na hora, a gosto. Junte 100 g de queijo gorgonzola e misture bem. Prove e acrescente sal, se necessário (pois o queijo já é bastante salgado). Tire do fogo e despeje sobre os nhoques.


Nhoques com molho devem render de 4 a 6 porções  


Do jeito tradicional: despeje a massa em forma de modo a ficar com cerca de 1 centímetro de altura. Desenforme e corte em rodelas com cerca de 4 centímetros. Neste caso, vai ter sobras (afinal os arranjos das moléculas de amido em gel sob ação do calor, só acontece uma vez - depois vira outra coisa granulosa). Corte-as aleatoriamente em pedaços menores e sirva com um caldo bem quente de legumes ou de frango temperado com ervas. 
Como só fiz um pouco deste tipo para testar o método da forma rasa, arrumei as rodelas diretamente sobre um prato, levei ao forno, sob o grill ligado,  para gratinar os nhoques na hora do almoço,                                  

24 de jun de 2011

TUDO que aprendi foi com papai pois perdi mamae muito cedo e so ganhei uma mae faz 4 anos

imagem da internethttp://come-se.blogspot.com

reformas no jardim dos meus pais como fuçao meu deus faz 15 dias que estao la e vejam










fazia um tempo que eu não ia la na casa o pai e fui conhecer as novidades que fizeram no quintal. ali, onde estão esses canteiros em forma de letras .











fui na casa de papai , e registrei, pra mostrar pra vocês, o sistema de coleta de água da chuva que o pai instalou nos fundos da casa. ele usou um tonel reciclado, alguns canos, roscas e torneira plástica, e aproveitou a calha do telhado. a água armazenada é usada pra regar as plantas da casa, e, segundo a mãe, os resultados são bem visiveis, tanto na horta quanto no jardim, já que as plantas não gostam muito do cloro que vem na água tratada...



Gosto de comer e de cozinhar, mais ainda de saber o que estou comendo, de onde vem, como é cultivado, como é feito. E, sempre que possível, eu mesma faço, eu mesma planto. De turu do Marajó ao huitlacoche mexicano, tudo aqui é possível, não interessa se tem ou não no supermercado. Aprendi isto com meu pai


Tem mangarito no Tordesilhas, mas tá acabando





Entradinhas com mangarito. Foto: Marcos Issa


Quem gosta de mangarito, quem nunca provou mangarito e quem sequer ouviu falar em mangarito não pode perder a chance. A chef Mara Salles, do Tordesilhas, se esmerou para criar um menu inteiro dedicado a ele. Toda a produção veio do Gilberto, produtor de Paraibuna, que também vende lá na feira de produtores. E já sei que o alho negro também estará presente. Bem, reproduzo aqui o próprio convite do Ivo Ribeiro, sócio da Mara:


"Conseguimos um lote dos raros mangaritos de uma produção orgânica em Paraibuna, Vale do Paraíba, São Paulo e a chef Mara Salles preparou um cardápio especial com eles. Este cardápio será oferecido a partir do dia 11/08/2010, Quarta-feira, aqui no Tordesilhas. É uma grande oportunidade de conhecer e apreciar este ingrediente diferenciado em várias formas de preparo" ... "Venha conhecer e provar, mas venha logo, porqueTem Mangarito mas tá acabando".olha se voce nao sabe o que e´
Compram-se mangaritos




O mangarito está acabando...




Já falei antes de mangarito no post Mangarito, mangará e em muitos outros - basta procurar na caixinha de busca aí do lado direito.
As batatinhas que tenho no sítio agora são misturadas. As primeiras vieram de Pirenópolis, onde encontrei há muitos anos numa horta abandonada. A segunda leva veio do Seu João Lino, a pessoa que realmente resgatou o mangarito no Brasil e conseguiu alavancá-lo da profundeza da terra de hortas esquecidas para restaurantes importantes do Rio e São Paulo além dos saudosos e curiosos. Cheguei a dar um pouco do mangarito do Seu João para o pessoal do Sítio Bahia, que tem banca na feira de orgânicos do Parque da Água Branca, plantar, mas não sei se o cultivo foi pra frente. Até agora não vi lá pra vender. O que temos no sítio é só para nosso consumo. É pouca coisa.

passaros

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