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3 de jun de 2011

E BH!


BELO HORIZONTE, CIDADE QUE AMO!Blogagem coletiva, "COISAS DO BRASIL".










Tenho uma paixão enorme por essa cidade, BELO HORIZONTE.
Logo quando disse que participaria dessa campanha "COISAS DO BRASIL", veio-me uma sensação deliciosa de postar algo sobre BH.
Belorizontino tem fama de falar pouco, nosso negócio é ver, ver com as mãos.
Êta cidade bunita, sô!
Em cada esquina há um bar, um café,uma pesoa bonita, uma árvore.
Meu Deus,Como sou apaixonada por "esse trem",essa "coisa"!
Amo cada pedacinho, não só a zona sul ou zona norte.Amo tudo nessa cidade linda.
Daqui saiu artistas que encantam e cantam para o mundo todo:SKANK, TIANASTÁCIA, 14 BIS E tantos outros.O grupo CORPO e o 1ºATO são "coisas" daqui.
Quando estou fora, em outras cidades e vejo uma placa de carro de BH, sinto o quanto é grande a minha paixão e orgulho de morar aqui.
Fazendo este post deu-me uma vontade louca de sair por aqui e me deleitar com um passeio pelas ruas.Estou começando á ficar empolgada, então chega!

---HISTÓRIA:--------------------------------------------------------------------------------
Foi à procura de ouro que, no distante 1701, o bandeirante João Leite da Silva Ortiz chegou à serra de Congonhas. Em lugar do metal, encontrou uma bela paisagem, de clima ameno e próprio para a agricultura. Resolveu ficar: construiu a Fazenda do Cercado, onde desenvolveu uma pequena plantação e criou gado.
O progresso da fazenda logo atraiu outros moradores e um arraial começou a se formar em seu redor. Viajantes que por ali passavam, conduzindo o gado da Bahia em direção às minas, fizeram da região um ponto de parada.
O povoado foi batizado de Curral del Rei. Da serra de Congonhas mudou-se o antigo nome: é hoje a nossa Serra do Curral. Nossa Senhora da Boa Viagem, a quem os forasteiros pediam proteção, tornou-se padroeira do local.
Belo Horizonte foi inaugurada a 12 de dezembro de 1897, por uma exigência da Constituição do Estado. Entretanto, parte de suas construções não havia sido concluída e algumas de suas ruas e avenidas eram apenas "picadas" abertas no meio do mato. A crise econômica que tomava conta do país e do Estado tinha feito com que muitas obras ficassem paralisadas, à espera de recursos. O comércio e a indústria ligada à construção civil, que tinham se desenvolvido bastante nos anos anteriores, agora enfrentavam dificuldades. A cidade não se industrializou no ritmo que se esperava e permaneceu sem atividades econômicas expressiva durante anos. Os trabalhadores foram os mais prejudicados os que não perderam o emprego tiveram seus salários atrasados durante meses.
Tudo isso contribuía para tornar a Capital uma cidade entediante e sem graça. Sua aparência inacabada e empoeirada dava a impressão de abandono. As ruas e avenidas largas demais para uma população não muito numerosa pareciam estar sempre vazias. Para piorar a situação, as diversões eram poucas e não conseguiam espantar a decepção e a tristeza dos primeiros habitantes.
Na área central, a Rua da Bahia era território de elite. Nela, ficava o único teatro da cidade o Soucasseaux, uma espécie de um barracão coberto de zinco, onde se apresentavam companhias de teatro e música e onde se improvisava um botequim. Nessa rua também ficavam os principais bares e cafés, lugar onde os homens se encontravam para conversar, falar de política e da vida. Ao anoitecer, a rua virava palco para o footing (moças e rapazes desfilavam, trocando olhares, numa espécie de namoro bem comportado).

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