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13 de mai de 2011

Passatempo predileto





Bancos para jardins















Bancos são acessórios que dão mais graça e beleza a um jardim. São encontrados em vários materiais: bambu, ferro, madeira e outros. A grande variedade de modelos e tamanhos só depende da criatividade do construtor. São objetos que propiciam momentos agradáveis, onde se pode sentar para descansar, apreciar a natureza, ler um livro, ou simplesmente fazer o que se gosta.




Siga sua felicidade









“Siga sua felicidade e o Universo irá abrir portas para você, onde antes só haviam paredes.”


Joseph Campbell




Cantinho de relaxamento













É fundamental para a saúde física e mental, tirar alguns minutos do dia para relaxar. Se for possível, construa um cantinho onde possa descansar, ler, refletir, dormir… Pode ser ao ar livre, sob uma pérgola, semi-fechado ou mesmo fechado, mas o que não pode faltar são plantas e flores.Peças feitas de troncos



Troncos de árvores sempre foram utilizados na construção de mobiliário de jardins e varandas. O ponto forte desse tipo de móvel é que a peça se integra perfeitamente à natureza, acentuando o cenário campestre, remetendo as pessoas a um tempo de inocência e romantismo.Um ambiente de encantamento









Crie para você um espaço com um novo conceito, um ambiente que valorize a qualidade de vida, onde possa respirar liberdade, que tenha uma atmosfera de sossego, com uma vista bonita, com detalhes diferenciados, com flores de várias cores, com perfumes, com som de água, com uma cadeira confortável onde possa se sentar ou uma rede onde possa se deitar e esquecer o tempo.
Cercas de madeira












Quem mora em casa com boa segurança, pode optar pelo uso de cercas de madeira no lugar de muros, pois as cercas tem o poder de deixar uma casa aconchegante. Além de deixar a divisa atraente, as cercas têm outras funções, elas servem para delimitar o terreno, marcar a entrada principal, demarcar a horta, o pomar, separar o espaço das crianças brincarem, separar a área dos animais domésticos, proteger as crianças da área da piscina, quebrar o vento, dar mais privacidade ao jardim, etc.
Depois de especificar a função da cerca, é hora de definir o material que será utilizado em sua confecção, sua altura e o desenho que ela vai ter. Escolha materiais resistentes à ação das chuvas, do sol e dos ventos ou da maresia, quando perto do mar. Neste caso, evite usar o ferro, que trará problemas de manutenção. O bambu também vem sendo utilizado em cercas e dá muita leveza ao conjunto, mas é um material bastante sensível às ações do tempo. É bom evitar seu uso em áreas descobertas, caso seja usado, proteja-o com um tratamento de selagem a cada seis meses. Os materiais que mais resistem às ações climáticas são o latão, o alumínio e o aço inox, mas para quem gosta de madeira, existem muitas opções, como as peças de eucalipto tratado que podem resistir até dez anos, sem cuidados extras. As outras madeiras precisam ser impermeabilizadas, envernizadas ou pintadas a cada dois anos. Qualquer que seja a madeira, no entanto, deve-se evitar que a cerca tenha contato direto com o solo. É recomendado criar uma base de concreto para assentar as estacas, protegendo-as da umidade. Para quem escolher as cercas de madeira, o mercado disponibiliza inúmeros tipos e desenhos. As estacas podem ter as extremidades arredondadas, pontiagudas ou trabalhadas, assim como o espaçamento pode ser variado.
É possível também optar por uma solução econômica, com bons resultados estéticos, com a utilização de telas com estacas de madeira ou alvenaria, que servem de apoio a elementos vegetais do tipo trepadeira, com ou sem flores.


A altura da cerca é determinada pela função a que se destina. Se ela deve apenas delimitar a área de crianças ou pequenos animais, ela pode ser baixa, mas se a intenção é dar mais privacidade à área, a cerca deve ser mais alta e pode servir de suporte a plantas trepadeiras, dando mais graça ao local.


Plantas não gostam de ambientes completamente fechados, escuros, proximidade com aparelhos de ar-condicionado, e solidão (!).
É isso mesmo, observações feitas pela paisagista Mon Liu, ao longo de anos de trabalho, mostraram que as plantas não gostam de ficar sozinhas. Quando agrupadas, elas crescem e ficam mais bonitas.

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